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Publicado em:
7
3/2018

Palestra na ABRIN TALKS aborda a temática do brincar ou divertir-se

O que as crianças de hoje buscam no mercado de brinquedos? Para responder a esta pergunta, a Play trouxe os resultados de uma pesquisa realizada com crianças entre seis e oito anos de idade



Metatags:

Em 30 minutos de palestra, Ana Amelia de Cesaro, sócia-diretora da Play Pesquisa e Conteúdo Inteligente, entreteve o público que lotou o espaço reservado para a ABRIN TALKS.

Para falar sobre o tema proposto: “A # brincar ou divertir-se? As 10 verdades sobre como a criança de seis aoito anos olha para este mercado!”, Ana mencionou uma pesquisa conduzida pela Play com 1.000 crianças das classes A, B e C.

Trata-se de uma faixa etária qualificada como “emergente”, pois é nela que a criança começa a ler e escrever, ganhando autonomia. Nesta fase da vida, o grupo de amigos e os meios sociais passam a ter uma maior importância.

Outra questão levantada foi que se trata de uma geração alfa, de filhos únicos. Dos entrevistados, 42% não têm irmãos, o que modifica sobremaneira a forma de consumir e também de brincar.

Mas o que de fato interessa a essa meninada? Seguem os dados compilados: 70% afirmaram gostar de vídeos no YouTube, 60% de pega-pega, 58% de Baby Alive e 57% de heróis.

A conclusão que se tira neste ponto é que a criança está incluindo coisas ao seu repertório de brincadeiras; não excluindo. Ela “ainda” brinca, mas a lógica do brincar está mudando. Para elas, brincar precisa ser engraçado 100% do tempo. Ou seja, o conteúdo precisa ser divertido, ou está fadado ao fracasso.

Agora vamos às # que definem essa geração e o seu modo de se relacionar com o mercado de brinquedos, com base nos resultados obtidos na pesquisa mencionada.

#1 O comportamento acelerado destas crianças tem levado à busca de aventuras, ou seja, personagens aventureiros e heroicos.

#2 A diversão traz a possiblidade de imaginar, já que estas crianças têm dificuldade de imaginar do zero. Daí a importância dos acessórios que complementam o brinquedo.

#3 Elas querem compartilhar experiências, buscando reconhecimento. Das crianças consultadas, 72% afirmaram desejar ter o próprio canal no YouTube.

#4 Divertimento a partir da experiência do outro. Entre as pesquisadas, 61% mencionaram gostar de ver vídeos de outras crianças brincando.

#5 Querem ser surpreendidas, mas não gostam de possíveis frustrações.

#6 Estas crianças são acumuladoras, seja de brinquedos ou pequenos presentes/brindes. O acúmulo é uma forma de poder.

#7 Elas gostam de desafios, de brinquedos que as desafiem e tenham missões.

#8 Trata-se de uma geração visual. Quatro em cada cinco crianças usam Emojis para se comunicarem.

#9 Elas acessam mais de dez pontos de contato diariamente, entre televisão, escola, amigos, conteúdos na internet, aplicativos de celulares e vídeo games.

#10 O mundo delas é FIGITAL, ou seja, há uma convergência do físico e do digital, como se fossem um só.

Fonte: Primeira Página


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