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O nome dele é Denisson Gusmão, mas pode chamá-lo de Mr. Jogo

O nome dele é Denisson Gusmão, mas pode chamá-lo de Mr. Jogo

 Pernambucano há cinco anos residindo em São Paulo, o arquiteto e professor Denisson Gusmão tem os jogos de tabuleiro nas veias.

 

Na ABRIN 2019 Denisson não deixou a missão de ensinar, só que em vez de Edificações para alunos do nível técnico, ministrou jogos para os visitantes da feira no novo espaço Game Show, novidade que teve apoio da Galápagos, Toyster. Grow, Meeple BR, Devir e Conclave.

Para as novas gerações, os jogos de tabuleiro vêm conquistando cada vez mais espaço, ampliando sua penetração das residências para eventos, bares e cursos, entre outras atividades. É um mercado em ascensão e, de acordo com a ABRINQ - Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, respondeu por um faturamento anual de perto de R$ 600 milhões ano passado.

Para Denisson, no entanto, de 41 anos e cinco filhas entre 14 anos e 22 anos, os jogos fazem parte de seu dia-a-dia desde a época de estudante, quando se reunia no Recife antigo com os amigos para jogar. No início ele era um sem-jogo, mas aos poucos foi iniciando sua coleção de mais de 60 tipos diferentes, ao sabor do novo jogo e do dinheirinho que entrava.

Quando chegou a São Paulo, ainda sem conhecidos, fez dos jogos e da turma da Board Games, na loja Vault da Praça da Árvore, aonde foi parar por indicação, seu templo de lazer. Lá ele conheceu Fernando Antonio Celso Jr., curador da Game Show na ABRIN, e líder da Board Games, que organiza, no último sábado de cada mês, atividades gratuitas na loja da Praça da Árvore.

Toda vez que está com as filhas ou de férias, faz parte da atividade familiar ir a parques e focar nos jogos de tabuleiro. Ele é fã de Mansão da Loucura, da Galápagos, e de Sushi Go, da Devir, entre outros eleitos, como Fear, da Conclave.

Na condição de professor de Edificação, Denisson também se utiliza de jogos para ensinar. Por exemplo, Fantasma Blitz, da Devir, é empregado para a turma aprender a gerenciar equipes, já que muitos serão futuros encarregados de obras. “Os jogos são como livros, quando você gosta, empresta, indica e até ensina a jogar”, arremata.

 

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Fonte: Primeira Página

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