Inspirações

Brinquedo estimula interação de crianças autistas

Fantoche eletrônico tem sensores que dão “vida” aos objetos.

 

O fantoche eletrônico faz parte de um projeto desenvolvido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para melhorar o desenvolvimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A exemplo da técnica de contar histórias com um fantoche convencional, os cientistas associaram a projeção de imagens em uma tela. Então, desenvolveram dois sensores: um que fica junto com o fantoche e outro que pode ser colocado em qualquer outro objeto. Quando ambos se aproximam, um sinal é enviado via WiFi e o objeto em questão é projetado em animação. 

Quando o professor ou um responsável contar uma história com um macaco, por exemplo, um brinquedo no formato do animal é aproximado do fantoche principal. Por meio de um programa de computador previamente configurado, o primata aparece na tela e emite sons. 

“Uma das características do autista é ter gostos bem focados. Se não gosta de algo, vira as costas e não olha. Com o fantoche, percebemos que a criança olha, vai em direção ao objeto e toca”, confirma Renato Ventura, engenheiro responsável pelo projeto. “Com os sons emitidos também é possível desenvolver a oralidade das crianças”, finaliza.

 

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Fonte: Primeira Página

 

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