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Sociedade Brasileira de Pediatria alerta pais sobre segurança dos brinquedos

Sociedade Brasileira de Pediatria alerta pais sobre segurança dos brinquedos

Bicicletas devem ser dadas de presente juntamente com equipamentos de segurança.

 

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou diversas medidas de segurança com que os pais devem se preocupar ao comprar brinquedos para as crianças. Isso porque, de acordo com o Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), os artigos da linha infantil respondem por 13% dos acidentes com os pequenos. Portanto, vale seguir regras mínimas na hora de escolher o presente. Antes de tudo, segundo a instituição, é essencial observar se o brinquedo tem selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e se a faixa etária que consta na embalagem é compatível com a da criança. De acordo com Edson Liberal, vice-presidente da SBP, mesmo tomando essas medidas, é importante que os pais confiram se o brinquedo não solta nenhuma peça, principalmente se for para crianças de um a três anos de idade. Outra recomendação é adquirir brinquedos vendidos em lojas que tenham controle de nota fiscal, porque assegura que se trata de um brinquedo garantido e de fabricação idônea. O médico destacou também que brinquedos com pontas, como lanças, podem ferir os olhos das crianças e jovens, evoluindo às vezes para problemas como catarata. “Deve-se tomar cuidado e ficar por perto na hora da brincadeira”, alertou. Em relação às bicicletas, patins, skates e patinetes, a recomendação é que esses brinquedos sejam dados junto com os equipamentos de segurança, como capacetes, protetores para os joelhos, cotovelos, entre outros. Segundo o especialista, os brinquedos eletrônicos, por sua vez, são boas opções porque ajudam no desenvolvimento da criança, mas ele alerta os pais para a necessidade de compartilhar esse momento. “É preciso que haja interatividade. O brincar é fundamental, mas com interatividade junto com os pais ou responsáveis, ou seja, brincar em conjunto, não deixar a criança isolada com seu brinquedo”, completou.

 

Fonte: Primeira Página, com informações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

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